segunda-feira, 1 de março de 2010

Um soco no estômago
Completamente solilóquio
Sentimentos latentes
quente
Uma falta da falta
Uma vontade do nada
Sem anseios por desafios
frio
Não sei viver
parado
Do mesmo lado
Não com os mesmo
sentimentos
não tudo de novo
morno.

5 comentários:

  1. minha querida... realmente eu suplico... precisamos nos embreagar de poesia!

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. No seu último comentário, na minha poesia... Conseguiste traduzir exatamente o que pretemdia dizer àquela pessoa. Mas o medo era muito mais meu que propriamente dela.

    Obrigado.

    Não sei viver parado!
    (Andarilhemos)

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